GrowAI
Agendar diagnóstico
Qualquer empresa hoje consegue ligar uma inteligência artificial em alguma coisa. O que quase ninguém consegue é dizer, com número na mão, onde a receita está travando neste mês. A GrowAI constrói o sistema comercial que responde essa pergunta todo dia, opera o ciclo junto com o seu time e deixa o time sabendo tocar sozinho.
Consultoria de RevOps com IA, no Brasil. Time enxuto, método com autoria declarada, conta sempre à vista.
Seis regras decidem o que entra e o que sai de qualquer projeto nosso. Elas valem inclusive quando o caminho mais curto seria ignorar uma delas.
Não existe camada de atendimento entre você e quem decide. Quem desenha o sistema é quem lê os seus dados, e quem lê os seus dados senta na sua reunião.
Responde pela leitura de negócio de todas as contas da carteira: qual ponteiro precisa mexer, com que conta por trás e em que ordem. É quem conduz a sessão estratégica, assina o diagnóstico que você recebe e fica do outro lado da linha quando algo trava.
Cuida da parte que faz o sistema existir de verdade: ligar as fontes de dados umas nas outras, montar as automações e os agentes de IA, e deixar a plataforma GrowAI configurada pra continuar rodando depois que a reunião acaba.
Recebe os sinais da carteira todo dia e transforma em conversa com prazo. Se o uso caiu, se uma oportunidade ficou dias sem toque ou se um número saiu da faixa, ela é quem cobra o próximo passo, do nosso lado e do lado do cliente.
Segura o que faz a operação chegar até o fim: prazos, acessos, organização das entregas e o que ficou combinado por escrito. É a camada que ninguém vê no slide e que decide se o resto acontece no dia certo.
As iniciais entram no lugar da foto enquanto o material da equipe está sendo atualizado.
Números da operação GrowAI verificados em agosto de 2026.
Rodar dezessete operações com quatro pessoas só é possível porque a parte repetitiva não é feita por gente. O sistema lê os dados de madrugada, prioriza e entrega a lista pronta. A pessoa entra onde a decisão é humana: a conversa, o julgamento, a escolha do que atacar primeiro.
Cada conta tem uma jornada formal, com foco diferente em cada fase, e uma área dedicada de sucesso do cliente que lê os sinais da carteira todo dia. Isso não é organograma bonito: é o que impede uma conta de virar prioridade só depois que o cliente reclama.
O planejamento é semanal porque quinzena é tempo demais pra descobrir que uma hipótese não colou. Toda semana a operação inteira olha o mesmo quadro e decide o que continua, o que muda e o que morre.
Entrada é ligar os dados e enxergar. Impacto é destravar o gargalo escolhido. Crescimento é transformar o que funcionou em rotina do time. A conta só muda de fase quando o número mostra que pode.
Vale dizer antes da primeira reunião, porque muda o que você deve esperar da conversa. Se o que você procura é uma das três, a gente indica alguém e ninguém perde tempo.
A forma honesta de saber se combinamos é colocar um número seu na mesa. Em trinta minutos a gente aponta onde a receita está travando e qual seria o primeiro movimento. Se fizer sentido seguir juntos, a proposta vem depois. Se não fizer, você fica com o mapa.
Sem apresentação de software, sem compromisso de contratação.